
Acolher, avaliar e acompanhar cada fase do desenvolvimento.
Os primeiros meses de vida são marcados por descobertas, mudanças e novas possibilidades de movimento.
Na Osteopatia Pediátrica, meu trabalho é olhar para o bebê de forma individualizada, compreendendo seu movimento, sua postura, sua mobilidade e seu desenvolvimento.
Com atenção especial para situações como plagiocefalia, braquicefalia, assimetrias posturais e alterações no desenvolvimento motor.
O paciente vem antes da técnica.
Cada pessoa chega ao consultório com uma história, uma rotina e uma necessidade diferente.
Um bebê não é apenas o formato da sua cabeça.
Um paciente com DTM não é apenas uma mandíbula que dói.
Um adulto não é apenas o local onde sente dor.
Por isso, antes de escolher uma técnica, eu procuro entender quem está diante de mim.
O que está acontecendo e o que realmente precisa ser cuidado.
A avaliação direciona o tratamento.
O acompanhamento permite observar a evolução.
Todo tratamento começa pela escuta.
Receber o paciente e sua família, compreender suas preocupações e criar um ambiente em que se sintam seguros para perguntar, entender e participar do processo.
Antes de definir uma conduta, é preciso compreender.
A avaliação individualizada observa movimento, postura, mobilidade, função e características específicas de cada paciente.
Cuidar não termina na primeira consulta.
A evolução é observada ao longo do tempo e a conduta pode ser ajustada conforme o paciente muda, evolui e conquista novas habilidades.
Acolher. Avaliar. Acompanhar. Essa é a base do meu atendimento.
Os primeiros meses são uma fase de intenso desenvolvimento.
O bebê aprende a sustentar a cabeça, movimentar-se, mudar de posição, rolar, sentar e explorar o ambiente.
Por isso, durante a avaliação pediátrica observo muito mais do que uma alteração específica.
Observo:
Como o bebê se movimenta espontaneamente.
Como organiza o corpo nas diferentes posições.
Como movimenta a cabeça e o corpo para os diferentes lados.
Como distribui o peso e utiliza o próprio corpo.
Como estão acontecendo suas aquisições motoras.
Quando indicado, acompanho alterações como plagiocefalia e braquicefalia.
O bebê é avaliado como um todo.
Plagiocefalia e braquicefalia são alterações do formato craniano observadas com frequência durante os primeiros meses de vida.
Quando uma família chega ao consultório preocupada com o formato da cabeça, minha avaliação não se limita à aparência ou a uma medida isolada.
Também observo:
Porque o bebê é muito mais do que o formato da sua cabeça.
O desenvolvimento acontece progressivamente e cada bebê apresenta características individuais.
Meu papel é avaliar como essas habilidades estão sendo construídas e orientar os pais sobre maneiras adequadas de oferecer experiências motoras variadas dentro da rotina.
O objetivo não é acelerar o bebê.
É favorecer oportunidades para que ele explore, descubra e desenvolva novas possibilidades de movimento.
É natural ter dúvidas.
"Será que essa posição é normal?"
"Por que ele olha mais para um lado?"
"Essa cabeça está ficando mais achatada?"
"Ele já deveria estar fazendo esse movimento?"
"Será que estou estimulando da maneira correta?"
Uma avaliação profissional pode ajudar a transformar essas dúvidas em informação clara e direcionamento.
Você observa.
Eu avalio.
Juntos, acompanhamos a evolução.
A Osteopatia Pediátrica é uma das principais áreas da minha atuação.
Mas minha formação em Fisioterapia e Osteopatia também me permite atender adultos, atletas e pacientes com diferentes necessidades funcionais.
Avaliação e tratamento individualizado para dores, limitações de movimento e alterações musculoesqueléticas.
Reabilitação, fortalecimento, mobilidade, recuperação funcional e retorno às atividades.
Acompanhamento de atletas e pessoas fisicamente ativas durante recuperação de lesões e retorno ao esporte.
Avaliação e tratamento fisioterapêutico relacionado à articulação temporomandibular e estruturas associadas.
Fisioterapeuta | Osteopata
Sou fisioterapeuta formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro — UFRJ e osteopata, com formação pela Escola de Osteopatia de Madrid.
Minha trajetória profissional foi construída a partir do interesse pelo movimento humano e pela busca de compreender o paciente de maneira integral.
Ao longo da minha prática clínica, atuei com diferentes perfis e necessidades, incluindo pacientes adultos, atletas, reabilitação musculoesquelética, DTM e atendimento pediátrico.
Na pediatria, encontrei uma área que reúne alguns dos aspectos que mais valorizo na prática clínica: observação, raciocínio clínico, individualização e acompanhamento.
Hoje, a Osteopatia Pediátrica ocupa um lugar de destaque no meu trabalho.
Mas existe algo que permanece igual em todos os meus atendimentos:
Antes de tratar, eu acolho e avalio. Durante o processo, eu acompanho.
A Osteopatia utiliza uma abordagem clínica e manual voltada à avaliação da mobilidade e da função do corpo.
A avaliação considera o paciente de maneira individualizada, buscando compreender relações entre diferentes regiões do corpo e sua possível participação na queixa apresentada.
O tratamento é definido a partir da avaliação e pode utilizar diferentes técnicas manuais de acordo com as necessidades de cada paciente.
Pode fazer parte do acompanhamento de pessoas com:
A Fisioterapia atua na prevenção, tratamento e reabilitação de alterações que interferem no movimento e na função.
O tratamento pode envolver exercícios terapêuticos, terapia manual, fortalecimento, mobilidade, treino funcional e educação do paciente.
O objetivo?
Ajudar você a recuperar capacidades importantes para sua rotina, seu trabalho, seu esporte e sua qualidade de vida.
Uma lesão pode modificar força, mobilidade, controle motor e confiança.
A fisioterapia desportiva busca recuperar essas capacidades e preparar o paciente para retornar progressivamente à atividade.
O acompanhamento pode envolver:
Dor na mandíbula, estalos, dificuldade para abrir a boca, tensão muscular e desconfortos na região da face podem estar relacionados às disfunções temporomandibulares.
A avaliação fisioterapêutica considera os movimentos da mandíbula e sua relação funcional com estruturas da cabeça e região cervical.
O tratamento pode envolver terapia manual, exercícios e orientações específicas.
Quando necessário, o acompanhamento pode ser integrado ao trabalho de profissionais da Odontologia.
O acompanhamento de bebês e crianças frequentemente envolve diferentes profissionais.
Acredito na importância de uma relação profissional baseada em comunicação, respeito às competências de cada área e troca de informações quando necessária.
Parcerias
Meu objetivo é contribuir com uma avaliação especializada do movimento e manter uma comunicação adequada com os profissionais envolvidos no cuidado.
Para conversar sobre uma parceria profissional:
Conversamos sobre a história, as preocupações e os objetivos do paciente.
Observo os aspectos relevantes para compreender a condição apresentada.
Definimos uma estratégia individualizada de tratamento e acompanhamento.
Quando indicado, você recebe orientações para continuar o cuidado fora do consultório.
A evolução é observada e a estratégia pode ser ajustada ao longo do processo.
Não existe uma receita pronta.
Existe um paciente que precisa ser compreendido.
Não. A Osteopatia Pediátrica é uma das principais áreas da minha atuação, mas também realizo atendimentos de Fisioterapia e Osteopatia para adultos, atletas e pacientes com DTM.
A avaliação pode ajudar a compreender o formato craniano, o movimento, a postura e outros fatores relacionados ao caso.
Sim. Uma avaliação pode ser realizada quando os pais desejam compreender melhor o movimento, o posicionamento ou alguma característica específica do bebê.
Não. O formato craniano pode ser avaliado quando indicado, mas o bebê é observado de maneira global.
Sim. O acompanhamento integrado entre profissionais pode ser importante em determinados casos.
Sim. A atuação também inclui Fisioterapia, Osteopatia, reabilitação, DTM e demandas relacionadas à prática esportiva.
Se você chegou até aqui por uma preocupação com o desenvolvimento do seu bebê, uma alteração no formato da cabeça, uma dor, uma lesão ou uma limitação de movimento, o primeiro passo é uma avaliação individualizada.
Dra. Yasmin Caroline
Osteopatia Pediátrica • Fisioterapia • Osteopatia • DTM • Fisioterapia Desportiva
Campo Grande — Rio de Janeiro
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Osteopatia Pediátrica no Rio de Janeiro